Telefone Atendimento

(11) 4602-4805
(11) 987613435

Encontre
seu  Imóvel

  • Qual Tipo de Negócio ?
  • Venda
  • Locação
  • Selecione uma cidade
  • CABREUVA
  • INDAIATUBA
  • ITAPEVA
  • ITU
  • JUNDIAI
  • MONTE MOR
  • PARIQUERA-ACU
  • PRAIA GRANDE
  • SALTO
  • SOROCABA
  • SUMARE
  • Qual o Tipo de Imóvel ?
  • Apartamento/Flat
  • Barracão/Galpão/Armazém
  • Casa
  • Chácara
  • Escritório/Salão/Sala Comercial
  • Fazenda/Haras/Sítio
  • Loft
  • Outros tipos de imóvel
  • Terreno
  • Quartos
  • Indiferente
  • 0 a 2
  • 2 a 3
  • 3 a 4
  • 4 a 5
  • 5 ou mais


IMÓVEIS EM  DESTAQUE

Apartamento

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
COND. RES. ALPHA CLUB
SOROCABA-SP
Cód: CSC-271

$215,000.00

Terreno


JD. PLANALTO
SALTO-SP
Cód: LT-149

TERRENO COMERCIAL

Casa

2 Quarto(s)
CENTRO
SALTO-SP
Cód: CS-253

$330,000.00

Sobrado

4 Suíte(s)
COND. IBITI ROYAL PARQUE
SOROCABA-SP
Cód: CSC-270

$3,200,000.00

Galpão


NUCLEO INDUSTRIAL ALERT
SALTO-SP
Cód: LOC-118

Locação:$8,000.00

Apartamento

1 Quarto(s)
ED. ESTELA
SALTO-SP
Cód: CSC-256

$180,000.00

Casa

3 Suíte(s)
ICARAÍ FECHADO
SALTO-SP
Cód: LOC-097

Locação:$2,000.00

Apartamento

2 Quarto(s)
SALTO VILLE
SALTO-SP
Cód: LOC-092

$170,000.00

Apartamento

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
MOUTONNEE RESIDENCE
SALTO-SP
Cód: CSC-249

$255,000.00

Casa

2 Quarto(s)
JD. SÃO FRANCISCO
SALTO-SP
Cód: CS-281

$390,000.00

Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
ICARAÍ FECHADO
SALTO-SP
Cód: LOC-087

Locação:$2,700.00

Apartamento

2 Quarto(s)
SÃO PEDRO E SÃO PAULO
SALTO-SP
Cód: CSC-262

$245,000.00

ÚLTIMOS CADASTRADOS


Locação:$700.00

Casa
1 Quarto(s)
JD. ELIZABETH
SALTO-SP

$350,000.00

Sobrado
3 Quarto(s)
JD. SANTA TEREZINHA
SALTO-SP

$215,000.00

Apartamento
2 Quarto(s)
| 1 Suíte(s)
COND. RES. ALPHA CLUB
SOROCABA-SP

TERRENO COMERCIAL

Terreno
JD. PLANALTO
SALTO-SP


Locação:$1,000.00

Casa
2 Quarto(s)
CENTRO
SALTO-SP

$3,200,000.00

Sobrado
| 4 Suíte(s)
COND. IBITI ROYAL PARQUE
SOROCABA-SP

NOTÍCIAS

Brasília é único lugar do país onde mulheres ganham mais do que homens

No DF, mulheres se concentram em vagas que exigem nível superior. Nacionalmente, ainda há desequilíbrio de salários, mas pesquisa aponta avanço. Mulheres durante expediente em empresa Pixabay/Divulgação O Distrito Federal é a única unidade do país onde mulheres ganham, em média, mais do que homens. É o que aponta a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, cuja compilação dos dez últimos anos de pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (19). De acordo com o levantamento, que analisou números entre 2007 e 2016, as mulheres do DF ganham em média R$ 5.261,80. Já os homens recebem salário de R$ 5.196,10. O número se contrapõe a outro, que indica que o mercado de trabalho do DF é composto só em 38% por mulheres – 62% são homens. Entre 1,25 milhão de trabalhadores, apenas 474 mil são do gênero feminino. Por quê? No DF, as mulheres são empregadas em maioria no setor de serviços (50,7%) e na administração pública (29,5%). É no funcionalismo público que ficam os maiores rendimentos. “Observa-se que há uma concentração de mulheres em ocupações de nível superior, que apresentam salários mais elevados”, informou o ministério. “Pode-se dizer, portanto, que os salários das mulheres na administração pública do DF contribui para elevar sua média salarial. Esta é uma particularidade do Distrito Federal, onde há concentração do emprego formal neste setor.” Dados nacionais Considerando dados de todo o país, a administração pública é a única área na qual há mais mulheres em ação do que homens. Dos 8,8 milhões de postos de trabalho, 59% são ocupados por elas. Nacionalmente, as ocupações com maior concentração de trabalhadoras são as de auxiliar de escritório, assistente administrativo e vendedora no comércio de varejo. Mulher trabalhando em escritório Pixabay/Divulgação Tendência de melhora O levantamento do ministério mostrou que existe uma tendência de melhora quanto à participação feminina no mercado de trabalho, apesar de ainda haver descompassos salariais – principalmente por serem quem mais têm ensino superior completo. Em 2007, as mulheres respondiam por 40,85% dos postos de trabalho e ganhavam 17% a menos do que homens. Dez anos depois, mulheres passaram a ocupar 44% de todas as vagas. E a diferença salarial entre os gêneros caiu para 15%. Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.
Brasileiro leva em média 14 meses para conseguir emprego, diz pesquisa 
Segundo do SPC Brasil e CNDL, 61% dos desempregados entrevistados estão dispostos a ganhar menos que no último emprego. Brasileiro leva 14 meses, em média, para encontrar um emprego O brasileiro está levando mais tempo para encontrar um emprego. Em 2017, a espera era de 14 meses, dois meses a mais que em 2016, quando o prazo médio de recolocação era de 12 meses. Os dados são da pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Veja o perfil de quem tem mais dificuldade de se recolocar, segundo a pesquisa: 59% são mulheres, com média de idade de 34 anos; 54% têm até o ensino médio completo; 95% pertencem às classes C/D/E 58% têm filhos, a maioria menor de idade. Entre os que já tiveram um emprego antes, 34% atuavam no segmento de serviços, enquanto 33% no setor de comércio e 14% na indústria. A média de permanência no último emprego foi de aproximadamente 2 anos e 9 meses. Maioria se diz disposta a ganhar menos A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL mostra ainda que 6 em cada 10 desempregados (61%) estão dispostos a ganhar menos do que recebiam no último emprego – uma queda em relação ao ano passado, quando o índice era de 68%. As principais justificativas são que o que importa atualmente é voltar ao mercado de trabalho (23%) e arrumar um emprego para pagar as despesas (22%). Por outro lado, 39% não estão dispostos a receber menos, sendo a razão mais citada o fato de encararem o salário menor como regressão profissional (19%), seguido da possibilidade de ser difícil voltar ao patamar salarial que possuía antes (13%). O levantamento revela que, considerando aqueles que têm sido chamados para entrevistas desde que estão desempregados (40%), 56% chegaram a recusar alguma proposta, sendo que 18% o fizeram porque a remuneração ou benefícios eram insuficientes, enquanto 13% alegam que o local era muito distante de casa. Entre os desempregados, 66% estão procurando emprego, sendo que a média do tempo de procura por empregos é de quase 10 meses. Outros 25% estão recorrendo a fontes alternativas de renda enquanto não encontram emprego e 9% estão esperando por algo, porque procuraram uma oportunidade de trabalho por muito tempo sem sucesso. A grande maioria (78%) sente que tem condições de conseguir um emprego, sendo que os principais motivos são ter uma boa experiência profissional (40%), preencher cadastro em sites de empregos (27%) e ler com frequência jornais e sites de empregos em busca de vagas (27%). No último emprego, 40% dos desempregados possuíam carteira assinada, 14% eram informais e 11% autônomos ou profissionais liberais. Já 8% dos desempregados atuais estão buscando a primeira oportunidade profissional. Segundo o levantamento, entre aqueles que já tiveram algum emprego antes, 67% já haviam ficado desempregados anteriormente e 32% nunca haviam passado por essa situação. Mais da metade (57%) conhecem alguma outra pessoa que também está desempregada ou que teve de fechar sua empresa nos últimos três meses. Razões para demissão Em 56% dos casos, os entrevistados afirmam terem sido desligados da empresa, mas outros 17% garantem ter pedido demissão e 14% alegam que foi feito um acordo. Dentre os que foram demitidos, a maioria alega causas externas, principalmente ligadas à crise econômica, como redução de custos por parte da empresa para lidar com os efeitos da crise (35%), redução da mão de obra ociosa (12%) e o fechamento da empresa (11%). Levando em conta apenas os que pediram demissão, a principal razão apontada foi algum problema de saúde (15%), seguido da insatisfação com o salário (13%) e do desejo de poder dedicar mais tempo à família (11%). Perguntados sobre o tipo de oportunidade desejada pelos desempregados, 46% preferem os postos com carteira assinada, enquanto 29% mencionam qualquer vaga, independente do formato. Impacto do desemprego em casa A pesquisa analisou ainda o impacto do desemprego no contexto familiar - 34% deles garantem que há pelo menos mais uma pessoa sem trabalho na casa onde vivem. Cerca de 87% desses desempregados contribuíam financeiramente para as despesas da casa quando tinham um emprego, sendo que 41% eram ou ainda são os principais responsáveis e 29% não eram o principal responsável, mas continuam a ajudar de alguma forma. Por consequência do desemprego, 28% tiveram algum conflito familiar, sendo que os principais motivos foram a discordância quanto aos gastos da casa (13%) e brigas por causa da divisão do pagamento das contas (12%). Já 34% garantem que o desemprego motivou outras pessoas da casa, que antes não trabalhavam, a trabalhar ou fazer bicos. Em casos mais agravantes, 16% destes entrevistados afirmaram que após a perda do emprego algum integrante da família precisou interromper os estudos para trabalhar e ajudar nas despesas de casa.
Bovespa recua após ganhos recentes e decisão do governo de não votar reforma da Previdência
Na véspera, o índice avançou 0,32%, a 84.792 pontos, com as ações da Vale e da Gerdau entre as principais destaques do dia. O principal índice acionário da B3 mostrava fraqueza no início desta terça-feira (20), depois de fechar no azul nos quatro pregões anteriores e após o governo federal desistir de votar a reforma da Previdência e priorizar medidas alternativas, destaca a Reuters. Às 11h16, o Ibovespa caía 0,46%, a 84.403 pontos. Veja a cotação. Na véspera, o índice avançou 0,32%, a 84.792 pontos, com as ações da Vale e da Gerdau entre as principais destaques do dia. Com a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, o governo do presidente Michel Temer abriu mão de votar a reforma da Previdência e apresentou um conjunto de medidas econômicas, boa parte delas já em tramitação no Congresso, em uma tentativa de reafirmar o compromisso com o equilíbrio fiscal. "Abriram as gavetas e foram retirando coisas para cima das mesas, no intuito de minorar os efeitos da extinção da reforma da Previdência, mas, de qualquer forma, ela segue sendo imprescindível e será um ônus inicial para o novo presidente", escreveu o economista-chefe da corretora Modalmais, Alvaro Bandeira, em nota a clientes. O decreto de intervenção foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta madrugada e deve ser apreciado pelo Senado ainda nesta terça-feira. Destaques Os papéis da Eletrobras estavam entre as maiores altas dentro do Ibovespa. A privatização da companhia é uma das pautas nas quais o governo irá focar para tentar equilibrar as contas públicas sem mudar as regras da aposentadoria. Por volta das 11h16, Eletrobras PNB tinha valorização de 3,02%, enquanto Eletrobras ON subia 2,99%. Grupo Pão de Açúcar PN caía 4,60%, a maior queda do índice, tendo no radar a reformulação em sua administração anunciada na véspera, com a nomeação do presidente da unidade de móveis e eletrodomésticos Via Varejo para a presidência-executiva no lugar de Ronaldo Iabrudi, além dos resultados para o quarto trimestre. Via Varejo unit também era destaque negativo, com queda de 1,39%. Petrobras PN caía 1% e Petrobras ON tinha perda de 0,94%, em dia de fraqueza para os preços do petróleo no mercado internacional.

CRECI 76.460

Avenida Dom Pedro II, 604
SALTO / SP
CEP 13.320-240
Tel. +55 (11) 4602-4805
debarrosimoveis@gmail.com

Desenvolvido por
Sites para Imobiliaria